A ausência de registros do Maranhão na primeira edição do Big Day das Araras-Azuis colocou o estado no centro das atenções da mobilização deste ano. O evento internacional, que acontece em agosto, pretende reunir dados mais precisos sobre a presença da arara-azul-grande em regiões onde a espécie já foi identificada.
Na edição de 2025, estados como Mato Grosso do Sul e Pará lideraram o levantamento, enquanto Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia não apresentaram registros oficiais. Para pesquisadores, esse “vazio de dados” não significa ausência da ave, mas sim falta de monitoramento.
Especialistas reforçam que até mesmo o chamado “registro zero” — quando não há avistamento — é essencial para a ciência. Esse tipo de informação ajuda a identificar possíveis mudanças na distribuição geográfica da espécie.
A expectativa é ampliar a participação popular, principalmente de trabalhadores rurais e moradores de áreas isoladas, considerados peças-chave para o sucesso da iniciativa. A coleta de dados contribuirá diretamente para estratégias de conservação e proteção ambiental.













