O Flamengo entra em campo nesta quinta-feira (26), às 21h30, no Maracanã, com a missão de reverter a desvantagem diante do Lanús e conquistar mais um título continental. Após ser derrotado no confronto de ida, em Buenos Aires, o Rubro-Negro precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença para garantir a taça da Recopa Sul-Americana no tempo normal.
Caso devolva o placar com vitória simples, a decisão será levada para a prorrogação e, persistindo a igualdade no agregado, para as cobranças de pênaltis. Já um empate favorece os argentinos, que estão a um passo de levantar o troféu pela primeira vez.
Além do peso esportivo, a decisão carrega importância estratégica para o clube carioca. Um título neste início de temporada pode amenizar a pressão da torcida, que tem demonstrado insatisfação com o desempenho recente da equipe. A premiação para o campeão — cerca de 1,8 milhão de dólares (aproximadamente R$ 9,2 milhões) — também reforça o impacto financeiro da conquista.
O técnico Filipe Luís deve contar com força máxima, após preservar alguns titulares no Campeonato Carioca. A expectativa gira em torno da condição física de Jorginho, que se recupera de lesão muscular e ainda é dúvida para o duelo. Bruno Henrique também segue sob avaliação do departamento médico.
No setor ofensivo, a disputa por vagas promete movimentar a escalação, com opções como Carrascal, Luiz Araújo e Pedro brigando por espaço entre os titulares.
Pelo lado do Lanús, o técnico Mauricio Pellegrino aposta na experiência de atletas como Izquierdoz e Salvio para administrar a vantagem construída em casa e suportar a pressão de um Maracanã lotado.
Mais de 60 mil torcedores são esperados no estádio, com ingressos esgotados, transformando o Maracanã em um caldeirão rubro-negro. A arbitragem será comandada pelo uruguaio Gustavo Tejera, com auxílio do VAR sob responsabilidade de Andrés Cunha.
O confronto define o campeão da Recopa, torneio que reúne os vencedores das principais competições sul-americanas, e encerra o ciclo continental da temporada passada, coroando o chamado “campeão dos campeões” da América do Sul.














