Faltando poucos meses para as eleições de 2026, os partidos políticos se preparam para um dos momentos mais importantes do processo eleitoral: as convenções partidárias. Marcadas para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, essas reuniões definirão os candidatos que estarão nas urnas em outubro.
Durante esse período, as legendas irão deliberar sobre seus representantes para cargos majoritários e proporcionais. Enquanto nas disputas para presidente, governador e senador são permitidas coligações, nas eleições proporcionais — como para deputados — essa prática segue proibida.
As convenções são obrigatórias e representam o ponto de partida formal para o registro das candidaturas. Ao final de cada encontro, deve ser produzida uma ata com todas as decisões, incluindo a lista de candidatos escolhidos e informações sobre a realização do evento.
Para disputar as eleições, os candidatos precisam cumprir critérios legais, como estar em pleno exercício dos direitos políticos, possuir filiação partidária e atender à idade mínima exigida. A legislação também impede a candidatura de pessoas enquadradas na Lei da Ficha Limpa, além de analfabetos, estrangeiros e militares em serviço obrigatório.
A Justiça Eleitoral será responsável por avaliar toda a documentação apresentada. Caso sejam constatadas falhas ou irregularidades, o pedido de registro poderá ser negado, impedindo a candidatura e alterando o cenário eleitoral antes mesmo do início oficial da campanha.














