O modelo de eleição adotado pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) foi duramente criticado por especialistas, que apontam falhas no processo e riscos ao sigilo do voto. Entre os principais problemas está a utilização de um sistema eletrônico sem detalhamento técnico sobre a proteção dos dados dos eleitores.
De acordo com o professor Francisco Valdério, o edital limita-se a afirmar que o voto será secreto, sem explicar como o anonimato será assegurado. “Sem garantias técnicas claras, o processo pode comprometer um dos pilares da democracia”, destaca.
O sistema prevê que os eleitores utilizem login e senha institucionais para votar, o que levanta dúvidas sobre a possibilidade de associação entre identidade e voto. Além disso, o formato remoto permite que o eleitor vote em qualquer ambiente, o que, segundo críticos, pode facilitar situações de constrangimento ou pressão.
Outro ponto questionado é o contexto em que a eleição é realizada. Com a divulgação do edital durante as férias, há redução na mobilização da comunidade acadêmica, o que pode impactar diretamente na legitimidade do processo.
Para especialistas, a adoção de urnas eletrônicas similares às utilizadas pela Justiça Eleitoral poderia oferecer maior segurança e confiabilidade, além de fortalecer a cultura democrática dentro da universidade.
No cenário atual, o reitor da UEMA parece jogar dos dois lados: acende velas e faz promessas a ambos os candidatos ao governo. Aproxima-se de Braide via aliados dinistas, enquanto se afasta de Orleans e do governador. Tudo indica uma decisão silenciosa, sem diálogo, aproveitando a polarização para se manter no poder. Reage, sertanejo! A UEMA é Braide!













