terça-feira, 11 de março de 2025

DCE '17 de Setembro' participa do ato do Dia das Mulheres: luta estudantil e feminista lado a lado

No último sábado (8), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) "17 de Setembro" – Gestão Um Passo À Frente – esteve presente no ato do Dia Internacional das Mulheres, reafirmando o compromisso do movimento estudantil com as lutas feministas e sociais. A concentração ocorreu às 8h na Praça Deodoro, seguida de uma caminhada pela Rua Grande, com falas, performances e manifestações políticas que deram voz às reivindicações das mulheres. O ato encerrou-se na Casa do Maranhão, na Praça dos Catraeiros, no bairro da Praia Grande.

Com o tema **“Mulheres contra os racismos e a extrema direita! Por reparação e Bem Viver! Sem anistia para golpistas!”**, a mobilização deste ano destacou a importância da resistência feminina contra as desigualdades e violências, denunciando a impunidade dos responsáveis por ataques à democracia e às políticas públicas que impactam diretamente a vida das mulheres, sobretudo das mais pobres e periféricas.

A presença dos acadêmicos no ato foi um marco fundamental. Para o DCE "17 de Setembro", estar nas ruas ao lado das mulheres que lutam por justiça social é parte essencial da construção de uma universidade e de uma sociedade mais igualitária. Os estudantes têm um papel ativo na defesa dos direitos das mulheres, dentro e fora do ambiente acadêmico, enfrentando o machismo estrutural e promovendo debates e ações que fortaleçam a equidade de gênero.

A participação no ato também reforça a necessidade de uma educação comprometida com a transformação social. O DCE tem se empenhado na construção de uma universidade democrática, onde mulheres estudantes tenham segurança, voz e protagonismo. Lutas como a ampliação das políticas de assistência estudantil, o combate ao assédio e a defesa de uma educação pública de qualidade se entrelaçam diretamente com as pautas feministas.

O Dia Internacional das Mulheres não é apenas uma data de celebração, mas um momento de reafirmar a resistência, a memória e a luta por direitos. E, mais uma vez, o movimento estudantil mostrou que está ao lado das mulheres na busca por uma sociedade mais justa e igualitária.

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