Nos documentos, assinados pelo defensor público Marcos Vinícius Campos Fróes, foram relatadas as diversas dificuldades e os transtornos enfrentados pelos trabalhadores daquela região, usuários que utilizam o transporte coletivo na região diariamente.
Ao longo de toda a avenida Dr. Jackson Kepler Lago não há abrigos. Há somente placas que indicam os pontos de paradas dos ônibus. Por isso, os trabalhadores da região, que utilizam o transporte público, são obrigados a aguardar os coletivos a céu aberto, sofrendo com os efeitos do sol e da chuva.
De acordo com a zeladora Marize Braga Pereira, ela e outros colegas que trabalham na região têm sofrido especialmente nesse longo período chuvoso que se incide sobre a capital. “Nos prejudica muito porque não temos onde ficar esperando o ônibus. Às vezes, a gente esquece o guarda-chuva e nem lugar onde a gente possa se proteger e os ônibus demoram a passar”, disse.
Foram solicitadas aos órgãos informações sobre o número e as características de imóveis na região e também sobre a existência de planejamento e viabilidade de construção de abrigos nos postos de ônibus existentes na área região. Com esses dados, a Defensoria Pública instruirá um procedimento de requerimento para a instalação dos abrigos no local.
Por Diego Emir
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